Vem aí a farra da impunidade?
Entre tantas medidas relacionadas com a
utilização dos recursos que irão pingar na caixa da Autarquia, corretíssimas na
sua maioria, como a aquisição de sistemas computacionais e a chamada de novos
servidores, uma me causou estranheza no tal Plano Emergencial de Reestruturação
da atividade fiscalizadora, divulgado pela CVM no dia 27/5 (https://www.gov.br/cvm/pt-br/assuntos/noticias/2026/cvm-encaminha-ao-ministerio-da-fazenda-sua-proposta-de-plano-emergencial-de-reestruturacao-da-atividade-fiscalizatoria): o mutirão de termos de compromisso.
É esse o recado? Os infratores de
plantão e seus ilustres advogados, ao invés temidos julgamentos devem se
preparar para “acordinhos” com o Xerife, no melhor estilo “bandido bom é
bandido solto”? Quem avisa amigo é: propostas de terminhos de compromisso com
DRI por falha na divulgação de fatos relevantes devem começar a negociação em
R$ 300 mil; já meliantes pegos em negociações com informações privilegiadas
(Insider trading) devem começar suas propostas com R$ 1 milhão, no mínimo.
O certo não seria prever um mutirão de
julgamentos?
Abraços fraternos,
Renato
Chaves
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