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Hapvida e o lamento dos que dormem.

  Expropriação de minoritários mediante o pagamento de valores galácticos para executivos não é novidade no país do coronelismo societário, cuja delegacia nem xerife tem. Farinha pouca, meu pirão primeiro, diz o ditado popular. Recentemente a Squadra, acionista relevante da Hapvida (6,98% do capital votante) deu publicidade a um pedido de adoção do processo de voto múltiplo para a eleição do conselho de administração da empresa. Palmas para a iniciativa, pouco comum nos nossos mansos investidores institucionais. Mas a carta chegou um pouco tarde, penso eu. Isso é que dá não ler o Blog da Governança toda 2ª feira pela manhã. Nas minhas pesquisas sobre remuneração nos formulários de referência depositados na CVM essa empresa sempre foi um destaque negativo: em 6/7/23 revelei que o CEO chegou a receber em 2022 mais do que o CEO da Vale (mais de R$ 82 milhões enquanto o CEO da mineradora recebeu “apenas” R$ 59 milhões !!!); essa bolada foi superior à soma das remunerações dos CEOs ...

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Governança para inglês ver. E a CVM bater palmas.

E viva o IBGC, apesar dos pesares.

Empresa em recuperação judicial e um dos Conselhos de Administração mais caros do Brasil.

O uso de fundos de investimentos para expropriar valores de investidores não é uma novidade e a CVM sabe disso.