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Por uma CVM fortalecida.

A notícia sobre a paralização das atividades da CVM por seus servidores na busca de valorização da carreira traz nas entrelinhas uma discussão que “o mercado” evita a todo custo: o colegiado deveria ser composto exclusivamente por servidores de carreira da Autarquia ou, no máximo, de carreiras correlatas do Estado, como especialistas da Receita Federal e Bacen, por exemplo ( https://valor.globo.com/financas/noticia/2024/02/22/servidores-da-cvm-suspendem-atividades-em-meio-a-operacao-padrao-por-valorizacao-da-carreira.ghtml ). Capacidade técnica sobra nessa turma. Colocando o dedo na ferida o que vemos, com raríssimas exceções, é a passagem de jovens advogados oriundos de famosos escritórios que, por terem uma longa carreira externa pela frente, não “entram em bola dividida”, ou seja, evitam votos contundentes, com opiniões fortes, pois isso poderá afugentar clientes no futuro. Como se declarar pró conflito material e amanhã ter que apagar a história para defender a “tese” de conflito

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