Mulheres em cargos de liderança.
Os números não mentem e servem para desmascarar quem usa o chamado
ESG como peça de propaganda mentirosa. E não adianta colocar mulheres nos
conselhos de administração e esquecer de quem toca o dia a dia da empresa (https://valor.globo.com/carreira/noticia/2026/10/16/aumenta-a-presenca-de-mulheres-nos-conselhos-diz-kpmg.ghtml).
Os números abaixo, extraídos dos Formulários de Referência
depositados na CVM em 2026 (dados de 2025 – empresas do Ibovespa), revelam quem
tem menos de 15% dos cargos de confiança nas mãos de mulheres. Uma vergonha.
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Banco do Brasil |
13,1% |
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Copasa |
5,1% |
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CSN Mineração |
11,9% |
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ItaúUnibanco |
12,2% |
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Marcopolo |
8,3% |
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Petrobras |
13,2% |
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PRIO |
10,5% |
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SLC Agrícola |
14,7% |
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Usiminas |
11,5% |
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WEG |
12,9% |
Vale ressaltar que os números do Banco do Brasil e Petrobras
aparentemente foram impactados negativamente pelo grande número de funcionários
que preferiram não responder o questionário, respectivamente 64% e 50,9%.
Aproveito para destacar as empresas que declararam ter mais de 60%
dos cargos de confiança ocupados por mulheres, exemplos a serem seguidos:
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Azzas2154 |
60,2% |
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C&A Modas |
62,6% |
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COSAN |
62,1% |
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Fleury |
71,3% |
|
Hapvida |
70,8% |
|
Itausa |
76,5% |
|
Raiadrogasil |
60,3% |
|
Rede D’Or |
66,8% |
|
Vivara |
91,8% |
Abraços fraternos,
Renato Chaves
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